Um produto não nasce pronto. Ele requer pesquisa e desenvolvimento, e antes de tudo, entendimento dos problemas que o mercado traz. Como fazer algo melhor e mais eficiente dentro de cada necessidade. Esta dinâmica, na indústria, exige tempo, dedicação, esforços e investimentos. A AGRIMEC sabe o quanto isto é vital. E trouxe sua expertise em inovação para a cana-de-açúcar. No sistema de plantio através de Mudas Pré-Brotadas (MPB) foi acompanhando os avanços e dilemas de cultivo, que a empresa desenvolveu uma nova proposta de transplantadora, a TUPI.

Em matéria publicada no site do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, o pesquisador Mauro Alexandre Xavier destaca que “o lançamento da Transplantadora TUPI vem se somar aos desdobramentos do Sistema MPB, disponibilizado pelo Programa Cana IAC em 2012 e que atualmente tem sido utilizado nas principais regiões canavieiras do Brasil e do exterior.”
O IAC é um instituto de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios. Com 133 anos de atuação, está entre os mais renomados institutos do segmento no país.
As pesquisas do Programa Cana IAC envolvem melhoramento genético, ciências do solo, caracterização de ambientes de produção, fitotecnia, manejo de pragas e doenças e estimativa de produção.

Foi a partir do resultado encontrado pelo Instituto com o sistema de Mudas Pré-Brotadas que o fundador e CEO da AGRIMEC, Odilo Marion, vislumbrou o desenvolvimento de uma máquina específica para esse sistema, com isso surgiu a transplantadora de mudas para plantio direto TUPI.
É através do plantio mecanizado da cana, que a transplantadora está fazendo a diferença no campo. Com unidades já em operação no Brasil, República Dominicana e Vietnã, a qualidade e uniformidade de plantio é destaque na TUPI, já que ela realiza em uma mesma operação a abertura de sulcos, o plantio e a compactação das mudas.
Além disso, faz o plantio da linha-mãe ou Meiosi com perfeição, pois possui um exclusivo sistema de canecas criado especificamente para a cana-de-açúcar. A transplantadora faz um sulco vertical e realmente planta a MPB, que ficará em pé e apertada dentro do sulco.
No modelo de duas linhas são necessárias apenas duas pessoas para executar o plantio. O produtor reduz operações avulsas, pessoas no processo e com isso ganha agilidade e tem expressiva redução de custos.
É a única que tem a possibilidade de regular profundidade e distância entre as mudas a serem plantadas, garantindo uma perfeita ‘‘pega’’ e eliminando perdas e falhas”, afirma Odilo Marion.

A TUPI é mais um exemplo de tecnologia desenvolvida quando a indústria está em sinergia com a ciência. Inovações que elevam a competitividade do setor canavieiro no Brasil e no exterior.

Para ler a matéria publicada pelo IAC na íntegra acesse: http://www.iac.sp.gov.br/noticiasdetalhes.php?pag=1&ano=2020&id=1382

Fonte: IAC Instituto Agronômico