Com o plantio de grãos de verão chegando ao fim no RS – como o arroz irrigado que já atingiu 97% de toda a área plantada – os produtores se preparam para a continuidade da safra de olho no clima. Os de arroz, no caso, para manter o bom nível de água nas barragens. 

Com a umidade em níveis satisfatórios, segundo recente Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, as sementes lançadas ao solo germinam sem maiores dificuldades, resultando em um bom padrão para as lavouras.

Nas lavouras mais adiantadas, os agricultores controlam a irrigação e iniciam a aplicação de adubos em cobertura, visando garantir uma boa produtividade. De acordo com o levantamento do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), a cultura passou dos 95% da área na fase de desenvolvimento vegetativo.

Agora a expectativa é de que o tempo e também o preço colaborem com o produtor. Conforme as informações divulgadas pelo próprio Irga, o plantio evolui no mesmo ritmo que o do ano passado e a previsão é que, até o final do mês, os trabalhos estejam encerrados.

A região mais adiantada é a Zona Sul. Ela deve dedicar ao plantio de arroz uma área de 168 865 mil hectares. A Fronteira Oeste, maior produtora de arroz, com 317 228 mil hectares destinados à cultura do grão, também está em vias de fechamento total.

E a Agrimec aponta atenção para a próxima etapa, a do pós-plantio, no quesito implementos para irrigação e para colheita destas lavouras.

Segue a dica

Na irrigação, as bombas AGRIMEC possuem excelente vazão de água, mesmo sendo leves. Elas são confeccionadas em chapa de aço, e não em ferro fundido. Acopladas ao terceiro ponto do trator podem ser deslocadas com grande facilidade de uma barragem para outra. Outro diferencial é que requerem baixa manutenção, uma vez que não cavita o rotor.

Na colheita, a linha de Carretas Granbox, por sua vez, une capacidade de carga e robustez na tarefa de recolhimento dos cereais a granel, acompanhando o trabalho das colheitadeiras.

Para a diretora Odimara Marion, do Departamento de Marketing, “o produtor precisa de facilidade operacional e resultado efetivo”. Do mesmo modo, para se obter êxito no aproveitamento que está à vista é necessário investir em equipamentos, e se focar no planejamento e no controle da lavoura. E atenção: este começa bem antes do plantio e não termina na colheita.