O Cultivador Quebra-Lombo Rotativo com Aplicador de Herbicida realiza 3 operações simultâneas na versão completa e não causa dano à planta

A cada ano, fabricantes de máquinas e implementos agrícolas apresentam modelos mais capacitados e eficientes. São tratores, colheitadeiras, plantadeiras, entre outros, mais modernos, econômicos e versáteis para atender diversas operações, aplicações e área. O Cultivador Quebra-Lombo Rotativo com Aplicador de Herbicida e Adubador, da Agrimec, de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, não é um lançamento, mas é o destaque da vez.

Com a conquista recente de sua carta-patente pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial, sua aplicação, características e vantagens, o colocam enquanto referência em tecnologia e inovação.

É indicado no nivelamento do solo nas entrelinhas, bem como no sulco da planta, preparando a área para a colheita mecanizada da cana. Entre os atributos e benefícios, alguns chamam a atenção: o Quebra-Lombo movimenta a terra através de sulcadores. Possui um conjunto de lâminas em “V”, que ao mesmo tempo em que aplainam, distribuem os excessos de terra para dois conjuntos de lâminas helicoidais rotativas que desmancham os torrões, jogando a terra nos sulcos ao pé da cana, não danificando a planta.

Para o Departamento Técnico da Agrimec, a principal vantagem é o trabalho que executa em qualquer condição de solo, sem produzir torrões, através de seu exclusivo sistema de enxadas rotativas, que em conjunto com o aplicador de herbicida e o adubador, faz dele um produto completo e sem similar, o que garante sua inovação.

Sobre a conquista da patente, Odimara Marion Lamb, responsável pelo marketing do Grupo Agrimec, comenta: “Temos sete pedidos de patente modelo de utilidade tramitando no INPI. O primeiro a receber a carta-patente foi o Quebra Lombo, mais um fator que comprova que nossa pesquisa é sólida, reconhecida e faz a diferença para a sociedade onde atua”.

O tempo decorrido entre o depósito e a concessão da patente do Quebra-Lombo foi de cerca de 3 anos. Segundo Odimara, o pedido foi depositado em abril de 2008 e a carta-patente expedida em março de 2012. O prazo de validade é de 15 anos a partir do pedido. “Com a patente, a empresa fica protegida contra a cópia pelos concorrentes do produto que inventou e melhorou significativamente”, resume.

Assessoria de Imprensa Grupo AGRIMEC
Liana Merladete / Dois Agência de Conteúdo
imprensa@agrimec.com.br

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