Guia dos Solos para o agricultor

O que são os solos?

Tão importante quanto entender e reconhecer o implemento agrícola mais indicado para  cultura que você está prestes a produzir é ter conhecimento do pedaço de terra que irá sustentar essa cultura, mundialmente denominado de solo.

Parte integrante do ecossistema, o solo é o principal suporte para a vida e para a produção agrícola e torna-se mais importante ainda por ser um recurso não renovável.

É a nossa maior fonte de produção de alimentos.

Formado pela ação dos ventos, das chuvas e dos organismos, estes vão depositando partículas minerais e orgânicas nos horizontes.

As partículas, por sua vez, desgastam de forma lenta as rochas no relevo. Estima-se que sejam necessários cerca de 400 anos para se formar um centímetro de solo.

Sendo constituído por diferentes corpos naturais, sua formação é impactada por diversos fatores como o clima, as transformações geológicas ao longo dos anos, os organismos vivos e leva numerosos anos para se formar completamente.

A ciência que estuda sua composição, desenvolvimento e formação é denominada de pedologia.

O solo é composto, genericamente, por:

✔️ 45% de elementos minerais;

✔️ 25% de ar;

✔️ 25% de água;

✔️ 5% de matéria orgânica.

Segundo uma publicação chamada Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos, feita pela Embrapa, existem 13 classificações diferentes para os solos, todos elas de acordo com as suas características físicas, químicas, mineralógicas e morfológicas.

No Brasil, predomina os latossolos. Esses apresentam relevo suave, grande profundidade e são fortemente ácidos. Possuem também alta permeabilidade.

No uso agrícola, são indicados para culturas anuais, perenes, pastagens e reflorestamento. Por estarem localizados a maioria em relevo plano e com baixa declividade, são propensos a receber mecanização agrícola.

Cada região do país apresenta um ou mais tipos predominantes de solo. Isso influencia diretamente na agricultura do local, que deve ser desenvolvida conforme a capacidade produtiva e fértil de cada terra.

É possível ainda separá-los quanto ao seu tipo em argilososarenososhumososcalcário.

Solos argilosos

Os solos do tipo argilosos também são chamados de solos pesados devido a superfície úmida e molhada.

São constituídos por argila, ferro e alumínio. Conta com pequenos grãos, os microporos, que os tornam impermeáveis a líquidos e com grande capacidade de reter água.

Após as chuvas, ficam encharcados porque absorvem muita água. Nos períodos de seca, tendem a formar uma camada dura e pouco arejada do terreno, prejudicando o desenvolvimento da vegetação.

A grande quantidade de nutrientes que esse tipo de solo concentra, sua baixa acidez e resistência a erosão fazem dele um dos solos mais propícios para o desenvolvimento das atividades agrícolas.

A ”Terra-Roxa” é o principal exemplo de Solos Argilosos, sendo encontrado nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e também na Argentina.

Exemplo de solo argiloso após um período de chuvas. Fonte: Google

 

Solos arenosos

Com maior presença na Região Nordeste do Brasil, possui textura leve e granulosa e é composto por 70% de areia e 15% de argila.

Ao contrário dos argilosos, os arenosos são pobres em nutrientes e absorvem rapidamente a água das chuvas, porque os poros entre os grãos de areia são grandes, o que facilita a passagem de ar e água.

O escoamento da água também é facilitado. Dessa forma, a água ‘leva’ os sais minerais, contribuindo para tornar ele um solo pobre de nutrientes.

Das medidas mais adequadas para tornar este solo utilizável nas práticas agrícolas, estão:

✔️ a adoção de práticas de conservação por meio de técnicas de manejo;

✔️ a adoção de práticas de conservação por meio de técnicas de manejo;

✔️ a utilização do sistema de plantio direto;

✔️ integração lavoura-pecuária;

✔️ rotação de culturas;

✔️ adubação orgânica, entre outros.

Solo Arenoso no oeste do estado da Bahia. Foto: Notícias Agrícolas

 

Solos humosos

Também chamado de ‘terra-preta‘, é um dos solos mais férteis que existem em razão da decomposição de matéria orgânica que atua como adubo para as plantas.

Por matéria orgânica entende-se os resíduos vegetais, animais e micro-organismos em constante processo de transformação que são componentes do solo.

Ela tem papel fundamental na melhoria da fertilidade, das características físicas, químicas e biológicas do solo e no aumento da produtividade vegetal.

À esquerda, uma porção de solo pobre de matérias orgânicas e à direita, um solo rico em matéria orgânica. Sua coloração é escura. Foto: Plantando Vida

 

Solos calcários

Típico de regiões desertas, os solos calcários são formados por partículas de rochas.

Apresentam mais de 30% de calcário em sua composição e esquentam muito ao receberem calor. É inadequado para as práticas agrícolas.

Incidência de Solo Calcário no estado de Minas Gerais. Foto: Centro Universitário de Caratinga/MG

 

Da mesma forma que impacta diretamente na vida humana, os solos são impactados por diversas condições, todas elas entendidas como agentes de transformação da superfície.

Estabeleceremos agora as principais ações, naturais e induzidas, que atuam diretamente sobre os solos e afetam sua capacidade de desempenhar funções.

agentes de degradação do solo

A redução da qualidade do solo pode ser devido a causas naturais ou induzidas pelo homem, chamada de degradação.

Por degradação entende-se a deterioração ou o desgaste de suas características físicas, químicas, morfológicas e biológicas.

É a perda da capacidade do solo em desempenhar uma função ou qualquer ação que o faça ser menos utilizável em benefício dos seres humanos.

A ação humana é o principal agente de degradação do solo.

Também influenciada pelo homem, as mudanças climáticas e os seus impactos no Planeta participam de maneira negativa na qualidade dos solos.

Tendo os solos a função principal de fornecer alimentos, o emprego de máquinas e implementos agrícolas de maneira indevida para desenvolvimento da agricultura também contribui para a deterioração do solo e de suas substâncias.

Por isso, convencionou-se adotar medidas de conservação do solo ou uso sustentável. Essas medidas surgiram para frear o processo de degradação da terra e para manter suas funções e necessidades ecológicas.

Estudos estimam que 15% das terras do Planeta já foram severamente degradadas por atividades humanas.

Falaremos agora dos principais fatores entendidos como agentes de degradação do solo.

A erosão é um processo natural que corresponde ao desgaste das rochas e dos solos, que atua na formação dos relevos, podendo gerar inúmeros problemas sociais, econômicos e ambientais.

Um solo torna-se apto a oferecer o melhor cultivo quando, a todo custo, é evitada a erosão.

Os processos erosivos são divididos em três etapas:

1) desintegração ou desgaste do solo;

2) transporte de partículas pela água e

3) deposição desses sedimentos nas áreas mais baixas do relevo, como o leito dos rios.

As maneiras mais comuns de ocorrerem é quando causadas pela água, chamada de erosão hídrica e quando causada pelo vento, chamada de erosão eólica.

Na agricultura brasileira, o principal tipo de erosão é causada pelas chuvas.

Apesar de ser um processo natural, nas últimas décadas vem sendo acelerada pela ação do homem através do desmatamento, da urbanização, das queimadas, etc.

A qualidade e a disponibilidade da água também são problemas causados pela erosão acelerada.

A poluição e o assoreamento dos mananciais favorecem a ocorrência das enchentes nos períodos chuvosos e aumentam a escassez de água nos períodos de estiagem.

Dentre os prejuízos estão o aumento dos custos com a construção de barragens e processos de drenagem e redução do potencial de geração de energia elétrica, além de problemas no desenvolvimento de espécies aquáticas.

O conhecimento dos recursos disponibilizados naturalmente pela terra, bem como o planejamento da melhor forma de otimizar o uso destes recursos, sem torná-los escassos, ainda são as melhores saídas para que se diminua os efeitos causados pela erosão acelerada.

Inerente com essas e outras medidas o ser humano sempre deve fazer valer o uso consciente dos solos e de quaisquer outros atributos disponibilizados na natureza para o nosso próprio viver.

Também de origem natural, mas intensificada pela ação humana, a arenização é um processo que ocorre no solo e forma banco de areais.

Semelhante à desertificação, esta ocorre em áreas de clima úmido e relativamente chuvoso.

Considerado um problema de ordem ambiental, a arenização é causada pela ação dos ventos e das chuvas que deslocam sedimentos (areia), gerando a formação de dunas (bancos de areias).

O processo de arenização é responsável pela devastação da área em que ocorre e por torná-la infértil para uso agrícola.

A participação do homem na intensificação deste processo se faz de duas maneiras: direta e indiretamente.

As ações diretas são entendidas como a remoção de areias nas margens de estradas ou rodovias, ou nas baixas vertentes de vales, rios, sangas e arroios.

Já as ações indiretas são aquelas que compreendem:

✔️ os desmatamentos em locais inadequados;

✔️ a ampliação da área de pecuária com a destruição da vegetação;

✔️ a exploração de florestas para obtenção de lenha;

✔️ a implantação de agricultura comercial com utilização de maquinário inadequado ao preparo do solo, entre outas.

O sudoeste do estado do Rio Grande do Sul é onde este problema mais se manifesta. Por ser uma das maiores regiões produtoras agrícolas, a consequente remoção da vegetação ampliou a exposição dos solos, intensificando o processo de arenização.

A recuperação da qualidade do solo e das áreas devastadas engloba um estudo aprofundado sobre as características daquele local. Pesquisas desenvolvidas apontam o plantio de gramíneas, a introdução de árvores frutíferas em consorciação com gramíneas e o florestamento com espécies exóticas como sendo algumas das alternativas cabíveis para a reversão do quadro.

É o excessivo acúmulo de sais minerais no solo, vindo das águas da chuva, dos oceanos ou até mesmo da água usada na agricultura.

Os recursos hídricos, com exceção das águas da chuva, possuem uma certa quantidade de sais minerais, todos muito importantes para a manutenção dos solos.

O problema é que certas regiões do país apresentam elevados índices de evaporação de água. Enquanto a água evapora, passando do estado líquido para o estado gasoso, os sais ficam concentrados no solo de maneira excessiva, provocando o processo de salinização.

Este fenômeno é muito comum em regiões de climas árido ou semiárido, pois a taxa de evaporação é muito elevada e as chuvas – que desempenham o papel de ‘lavar’ esses sais e diminuir a sua concentração no solo – são em poucas quantidades.

O sistema de irrigação, quando adotado de modo incorreto na agricultura, é uma das principais causas da salinização do solo, através da retirada ou do desvio de um certo volume de água para abastecer uma lavoura.

É preciso que tal quantidade de água retirada, bem como o controle da salinidade, sejam pontos cruciais a serem observados ao destinar um solo para a agricultura.

Do contrário, um solo com exageradas taxas de salinização é um solo inapropriado para o uso agrícola.

Como já vimos, a matéria orgânica tem papel fundamental na produtividade e fertilidade do solo, pois funciona como adubo natural para as culturas.

Com a derrubada e queimada da vegetação, tanto para uso agrícola como para retirada de madeira, o solo fica exposto à ação da chuva e do vento, destruindo sua matéria orgânica.

A perda de matéria orgânica pode promover a eliminação parcial ou total dos microrganismos chamados de  micorrizas arbusculare, responsáveis por se associarem a ela e serem utilizadas como fonte de energia. 

Não somente o solo sofre com a degradação dos recursos naturais. A água e o ar também sentem os impactos da forma alarmante como a poluição vem crescendo.

Em 2010, foi a primeira vez na história que a poluição entrou no ranking das dez doenças que mais matam no mundo.

O solo, em especial, pode ser poluído de diversas maneiras:

  • com detrimentos da vida urbana: entendida como a produção excessiva de lixo das grandes cidades;
  • com despejos das indústrias: descarte indevido de metais pesados, produtos químicos de alto risco, além de dejetos sólidos;
  • com agrotóxicos e adubação incorreta: utilização indiscriminada, no meio rural, de defensivos agrícolas e adubação feita de forma errada ou excessiva.

A agricultura é uma das atividades mais antigas e indispensáveis para o homem.

Com o passar do tempo, novas fronteiras agrícolas foram sendo abertas, aumentando consideravelmente o número de áreas plantadas e a necessidade de incorporação da tecnologia também no meio rural.

O uso de máquinas e implementos agrícolas surgiu para otimizar os trabalhos e, consequentemente, aumentar o número de matéria prima a ser entregue.

O problema surge quando a mecanização do solo se torna excessiva, fazendo com que a superficie fique compacta.

Compactação se trata de um processo de densificação no qual há aumento da resistência do solo. A compactação impede a infiltração de água, que passa a escoar superficialmente, carregando sedimentos.

Esta mudança na trajetória da água pode gerar conseqüências mais graves, entre elas, a erosão em sulcos e até mesmo, a formação de voçorocas, grandes buracos onde a vegetação não protege mais o solo. 

Além disso, um solo compactado deixa de ser fértil devido a perda de nitrogênio. Nesses casos, o trabalho para prepará-lo aumenta consideravelmente, expandindo os gastos com combustíveis e mão de obra.

Enquanto que a compactação é de natureza mecânica, o adensamento é de natureza biológica e química, sendo, portanto, fruto das ações da natureza.

Práticas de preservação do solo

Com todos os problemas a cima relatados, tanto de ordem espontânea da natureza, como aquelas agravadas pela ação humana, é indispensável que práticas de preservação do solo sejam adotadas a fim de que possamos continuar com o uso desse que é um dos maiores bens disponibilizados para existência da vida: o solo!

Muitas são as práticas que podem ser adotadas para preservar as características iniciais do solo. Todas elas partem, em primeiro plano, da tomada de consciência e de um estudo aprofundado a respeito da melhor a ser empregada.

Abaixo, traremos algumas práticas dadas como principais para a recuperação dos solos.

Planejamento

O planejamento conservacionista do uso do solo é a primeira e principal prática a ser adotada para que possamos continuar a usufruir de todos os benefícios que o solo disponibiliza.

Planejar permite que a terra seja utilizada de forma adequada, respeitando seus limites de produtividade para que o uso não ultrapasse a aptidão recomendada.

Um planejamento bem feito garante:

✔️ que a cultura a ser empregada seja compatível com a área em questão;

✔️ maior produtividade das terras;

✔️ exploração eficiente e racional dos recursos disponibilizados no solo; e

✔️ continuidade das práticas agrícolas naquele local.

O planejamento para uso do solo começa com o reconhecimento do terreno, observando recursos físicos e naturais que podem vir a impactá-los.

Controle de queimadas

As queimadas consomem a matéria orgânica do solo e causam a volatilização do nitrogênio, o que diminui a fertilidade do solo. Uma área queimada é uma área suscetível à devastação e por isso imprópria para o cultivo.

Adubação verde

Consiste na incorporação de plantas específicas para reposição da matéria orgânica no solo. Essa prática aumenta a retenção e infiltração da água no solo e melhora a fertilidade.

Florestamento e reflorestamento

Consiste em repovoar áreas com baixa fertilidade e alta susceptibilidade à erosão que tiveram sua vegetação removida, seja pelas ações da natureza ou do homem. Também chamado de arborização.

Essas áreas devem ser ocupadas com vegetação densa e permanente, como é o caso das florestas.

Devem ser reflorestadas, para fins de conservação, as áreas sem aptidão agrícola ou pecuária e as áreas definidas pela legislação (Código Florestal).

Para estimular o reflorestamento, o Governo Federal criou o Programa Nacional de Florestas (PNF) através do Decreto nº 3.420/2000, que tem como meta o incremento da área reflorestada de 170.000 hectares para 630.000 hectares anuais, a partir do ano de 2004.

Em 2012, para estabelecer um uso limite dos solos, de maneira a protege-los e respeitá-los, entrou em vigor o Código Florestal Brasileiro, lei de n° 12.651, de 25 de maio de 2012.

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Exemplo de uma área reflorestada, antes e depois. Fonte: Biovert

 

Rotação de Culturas

Significa alternar culturas numa dada área agrícola, para melhor aproveitar a fertilidade do solo pelo aprofundamento diferenciado das raízes, melhorar a drenagem, a diversidade biológica e o controle de pragas e doenças.

A escolha das culturas precisa levar em conta fatores como condições do solo, topografia, clima, mão de obra, implementos agrícolas disponíveis, características das culturas e consumidor disponível.

Além de bem planejado, o sistema de rotação adotado precisa dar condições adequadas para o desenvolvimento correto das plantas.

A alternância de culturas, hoje, é uma das práticas mais adotadas na agricultura para ganhos econômicos, produtivos e sustentáveis.

Uso da tecnologia

Não é mais novidade que a tecnologia, hoje, encontra-se também presente no meio rural. Já estamos ouvindo falar em agricultura digital e os grandes eventos do agronegócio, que acontecem no mundo todo, estão trazendo exemplos de como essa tecnologia pode ser aplicada no campo e no dia-a-dia do produtor.

Não diferente de outras esferas, o campo se adaptou e agora usufrui dos mais modernos aplicativos e equipamentos para otimizar serviços e diminuir custos.

É nesse sentido que a tecnologia deve ser aliada, tanto de produtores como de empresas, para que os resultados possam ser cada vez melhores para as culturas e para o próprio ambiente, especificamente o solo, aqui citado.

Aplicativos com a previsão do tempo, que identificam doenças nos grãos, que indicam a quantidade de insumos a serem aplicados, entre outros, são apenas alguns exemplos que estão a nossa disposição.

Eles podem ajudar na preservação do solo no momento em que as decisões a serem tomadas sobre eles passam a ser mais exatas e precisas.

Exemplo da tecnologia sendo usada a favor do solo: o equipamento aciona automaticamente a irrigação ao detectar baixa umidade no solo. Fonte: Embrapa

 

Atualmente, já é possível notar que a agricultura brasileira encaminha-se para um novo rumo. São cenários, antes tidos como tendências, que agora já fazem parte do dia-a-dia do produtor rural.

A crescente demanda populacional por alimentos e o uso cada vez mais intenso dos recursos naturais da terra tornou obrigatória a adoção do conceito de sustentabilidade em qual quer que seja a prática agrícola empregada.

O manejo correto do solo em conjunto com o planejamento adequado da área que será removida é um bom exemplo de estratégias que podes ser empregadas rumo a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis.

 

Fontes: Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos, da Embrapa; Conservação do Solo Agrícola: Levantamento de Dados e Caracterização, de Roseana Boeck Caravalho (PUCRS); Uso Agrícola dos Solos Brasileiros, da Embrapa.

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