O impacto do La Niña na segunda safra do milho

A região Centro-Oeste do país vem enfrentando um contexto climático com chuvas abaixo da média em março. As previsões para abril se configuram da mesma forma.

De acordo com análise feita pela consultoria INTL FCStone, até o momento verificou-se que a umidade do solo nesta porção do país tem declinado. Para a primeira quinzena de abril não estão sendo esperados volumes significativos de chuva.

A consultoria aponta também para o fim do La Niña. O fenômeno foi em grande parte responsável pela seca histórica ocorrida na Argentina no início do ano.

Porém, depois do fim do verão, o La Niña começa a ter um efeito diferente sobre o Brasil e prolonga o regime das chuvas, o que impacta diretamente no rendimento do milho segunda safra, especialmente no Centro-Oeste.

Segundo os números, a ‘safrinha’ de milho no Brasil em 2018 deve apresentar uma produtividade de 5,37 toneladas por hectare, um recuo de 3,4% frente ao rendimento registrado no ciclo 2016/17, que teve o clima próximo do ideal.

Em relação ao impacto nos preços, observa-se que o indicativo Cepea apontou para leve baixa em abril frente à média mensal em março, reflexo da colheita da safra verão.

 

Fonte: Successful Farming Brasil

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