Dados econômicos para o agronegócio 2017

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Em recente entrevista ao Programa Mercado & Cia do Canal Rural, o economista da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, Ph. D em economia pela Universidade de Yale (EUA), demonstrou um certo otimismo com o setor econômico do Agronegócio Brasileiro para 2017.

Barros acredita no aumento da produtividade a começar pelas previsões climáticas favoráveis até a queda mais vigorosa das taxas de juros do Banco Central, que sinaliza para o fim de 2017 taxa Selic abaixo de 10%, “é uma melhora extraordinária para crédito, que vão afetar a todos também do agronegócios” ressalta Barros.

O economista acredita que já no fim do primeiro semestre é possível que se tenha um cenário de crédito um pouco melhor, ou seja, um pouco antes da época do plantio já se pode avistar um efeito positivo no setor de créditos.

Outro fator observado por Barros é a desvalorização do real, o que segundo ele, melhora para o setor do agronegócio. “O dólar vai ficar mais forte lá fora e é o mesmo que dizer que o nosso real vai ficar mais desvalorizado. Isso é bom para o agricultor, que vai colher com o dólar mais valorizado que quando plantou”.

Um ponto importante observado durante a entrevista, diz respeito a agricultura de grãos, uma combinação que todo mundo  gostaria de ter: “mais produção, real desvalorizado e preços lá fora de razoáveis a bom. O que no mercado externo vai ajudar bastante”, ressalta.

Barros também visualiza uma boa oportunidade comercial para o Brasil no que se refere a comercialização com a China. Com a mudança de presidente nos Estados Unidos, a China poderá dar maior atenção às exportações provenientes do Brasil.

Entre as culturas, destaca a produção do milho, que segundo ele, deve crescer. As projeções são de recuperação na safra de grãos o demonstra ser bastante positivo e os preços também que já vem caindo um pouco devem acomodar mais.

Fonte: Blog Canal Rural

 

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